Me lembro quando vestia aquela velha calça desbotada
e ia te encontrar
e quando nossos olhos se encontravam, lembra-se.
Me lembro também de seu sorriso, ele se formando,
pintura ainda não descoberta por artistas,
talvez seja algo assim que eles tanto procuram; perfeição.
Mas tive a honra em te-lô em mim,
descreve-lô assim tão leve e natural.
Qual falta me faz, tu não o sabes o quanto
mas é assim.
Outro verás, não sei se notará
com o mesmo ardor e amor.
Deixe em mim que daqui não sairás e
lembre-se que eu sou um artista
um pintor que renova e se refaz com seu sorriso,
que se forma aqui dentro, dentro de mim.
E quando pensar que ele te abandonou,
saibas que à um artista que o renova a cada dia
com amor dentro da alma.
Autor Fabio Moraes
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