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O meu livro está disponível para a venda na livraria On-Line Asabeça - http://www.asabeca.com.br/







quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Poesia: Entender

Sinto em não te entender
e não perceber, em poder de ter, agora fico eu...
sem vc e sem entender o porque que não tenho você
me sinto só, entendiado, afogado em desilusões que crio de ti
alusões que faço de mim, sem entender o porque de não de ter....
quero você, quero entender o porque desta paixão sem conseguir
ter voce, um vazio, quando te deixo, me preenche quando te sinto, saudades
quando percebo seu cheiro que esta em mim que não sai de mim....vazio
um grande e extenso vazio....T AMO e é isso que me importa agora....

domingo, 17 de julho de 2011

Poesia:Tempos Sombrios

Assim ,acordei de um pesadelo sem fim,enfim
acordei e todos estavam ali,assim,enfim,sem fim
entendi o que poderia ser... não entendi ,enfim ,assim
sem fim,procurei e procurei,assim,mais um pouco enfim,pensei que nunca acabaria
...sem fim,idiotice nata,desprezo ,sim,assim sem fim,as moedas
o barqueiro..espere,-toma-disse,assim ,enfim ,sem fim,e chegou-se ao fim
fim,só isso,enfim,até que enfim,posso atravessar a amargura de estar,enfim,assim,o infinito ali...até que enfim,assim,sem fim....
me sinto assim,se pudesse ter ao menos voce pra mim,assim,sem fim,mas
enfim....
Poesia: Fábio Moraes

Poesia: Sem tempo

há momento de se apreciar e se calar,entender...
o que é um e outro ,dificil....
entender....dificil....apenas apreciar
cheguei a tempo de ver o por do sol
de ver o sol,de ver seus olhos....
nasci a tempo de te apreciar....entender
agredecer......,de ver o sol ,de ver voce
agradecer... entender....dificil,será se te perder...
não posso entender,de não ver o sol de não ver voce...

Autor: Fábio Moraes

sábado, 16 de abril de 2011

Poesia: Tempos Outrora

Em tempos outrora eu havia  me consumido
Em tempos outrora eu estava distraído
Em tempos outrora eu me mantinha disperso
Nestes tempos tão sombrios não me encontrava
nem sequer me lembrava de quem eu era
tudo em tempos outrora
Hoje já me encontro
mas em tempos outrora pensava
já então que, não havia mais solução
me mantinha em solidão e
achava mesmo que tinha que ser assim
que tudo estava terminado, sem  importância
eu era insignifacante
sim, me fizeram acreditar
e cheguei mesmo a desejar
que era para estar por terminar
E naquela paz interior tão encontrada
e tão procurada queria estar por terminar
assim, e não mais acordar
estar livre...
Mas isso em tempos outrora
mas agora agradeço por acordar
e acordar.
Mas agora há um motivo que me move a acordar
e levantar e quando lembro de ti
vejo que tudo tem um significado
e o que em tempos outrora
não me valia de  nada
hoje são preciosidades em minhalma
Quando te vejo
sinto que eras para te sentir
E quando te sinto sei que eras para te encontrar
E quando te encontro, há...
Mas isso agora, com muito prazer, agora,
não mais em tempos tempos outrora.


Autor: Fábio Moraes

Poesia: Sei que devo ir

Há amor, sei que devo ir
mas pra onde, renuncio...
Há amor, porque tiraste isso de mim, o que...
Sim amor eu vou renunciar
que tristeza seu amor...
Sim, vou-me embora
não mas agora não, será...


Devo amor te deixar partir
devo isso a você
e você deve ir, sim, seu rumo
por aqui fico eu sem rumo.. .
Não importa-se comigo, por aqui eu fico
e a história...
Não será contada por nossos netos
mas ficaremos gravadas no passado
ao vento, ao relento, na chuva fina de tempos atrás
no toque gélido nos olhos fulgás
lembra-se...
Há amor, sei que voçê vai
então só me resta ficar pra tráz
para finalizar um começo
apagar os rastros
deixe que eu observo, te observo, te imagino
e quando virares a esquina
não mais te verei
há, mulher, quem sabe um dia te encontrarei
Sim amor vá, siga feliz
eu aguardo, seu retrato em minha mente
sua face se palidecendo,como fotos antigas
e um amargo vai vir atona, na garganta
ficarei, apagarei nossos rastros
mas na história gravada
e quem sabe um dia uma maquina será inventada
e seremos observados
então num lapso do tempo ficaremos ali plantados
nem que seja por um milésimo de segundo
talvez puxem o fio,e não mais precisaremos partir,
você partir.
Há amor, vá, siga
por que tiraste isso de mim
devo partir...

Autor: Fabio Moraes

domingo, 13 de março de 2011

Poesia: Recomeço

Percebi quando jogou fora meus desenhos.
E os rascunhos também não os encontrei.
Percebi quando me olhaste pelo canto dos olhos.
E não entendi sua ira, sua indignação, rebeldia,
mas deixei acontecer.
Percebi sua intolêrançia com os meus trejeitos e preconceitos.
E resolvi me sufocar, continuei calado, machucado
mas não desisti.
Percebi sua agonia ao ouvir minha vóz.
Então resolvi me calar, quieto, sem graça e desnorteado.
Faço os desenhos novamente, te reconquisto com olhar mavioso
acalmo sua revolta afagando sua mão
me ergo tentando te vangloriar
e mudo minha tonalidade de me comunicar
me deixo ouvir te deixo falar
para voçê me sentir é só me tocar
vou me aprumar e me levantar te levantar por que,
porque eu entendo você
e assim vou tentando me entender, e recomeçar,
pois farei tudo novamente, diferente
e assim mulher sem medo de amar
isso é recomeçar.

Autor Fabio Moraes

Poesia: Lembra-se

Me lembro quando vestia aquela velha calça desbotada
e ia te encontrar
e quando nossos olhos se encontravam, lembra-se.
Me lembro também de seu sorriso, ele se formando,
pintura ainda não descoberta por artistas,
talvez seja algo assim que eles tanto procuram; perfeição.
Mas tive a honra em te-lô em mim,
descreve-lô assim tão leve e natural.
Qual falta me faz, tu não o sabes o quanto
mas é assim.
Outro verás, não sei se notará
com o mesmo ardor e amor.
Deixe em mim que daqui não sairás e
lembre-se que eu sou um artista
um pintor que renova e se refaz com seu sorriso,
que se forma aqui dentro, dentro de mim.
E quando pensar que ele te abandonou,
saibas que à um artista que o renova a cada dia
com amor dentro da alma.

 Autor Fabio Moraes