Assim ,acordei de um pesadelo sem fim,enfim
acordei e todos estavam ali,assim,enfim,sem fim
entendi o que poderia ser... não entendi ,enfim ,assim
sem fim,procurei e procurei,assim,mais um pouco enfim,pensei que nunca acabaria
...sem fim,idiotice nata,desprezo ,sim,assim sem fim,as moedas
o barqueiro..espere,-toma-disse,assim ,enfim ,sem fim,e chegou-se ao fim
fim,só isso,enfim,até que enfim,posso atravessar a amargura de estar,enfim,assim,o infinito ali...até que enfim,assim,sem fim....
me sinto assim,se pudesse ter ao menos voce pra mim,assim,sem fim,mas
enfim....
Poesia: Fábio Moraes
Tudo é branco e absurdamente gelado, uma espessa camada de neve os atinge até os joelhos retardando suas travessias e uma fina e contínua chuva teima em cair sob forte vento... Sua mão aperta a clava de osso que chega a estalar perante a força desprendida... Então algo monstruoso... É assim que se inicia esta ficção. Agora só resta desejar a todos uma boa leitura e bom divertimento.
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